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Também haverá ato no campus santista da Unesp, na quinta |
“Porto vermelho” e “Moscou brasileira” eram alguns dos epítetos de Santos quando, em 1964, a cidade resistiu bravamente ao golpe e à ditadura militar que se seguiu. Foi punida pelo regime: fez-se dela “área de segurança nacional”, usurpando-se sua autonomia política e implantando-se ali intensa repressão. Demorou, mas, finalmente, as forças progressistas da cidade e da região – bem menores e mais fracas que 20, 30, 40, 50 anos atrás – conseguiram marcar um ato público, de rua, contra o golpe do impeachment que será posto em leilão no plenário da Câmara dos Deputados.