Translate

Mostrando postagens com marcador Fórmula 1. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Fórmula 1. Mostrar todas as postagens

sábado, 14 de março de 2015

Dois campeonatos num só. É assim que começa a temporada 2015 de Fórmula 1

Neste blog, a torcida é pela Williams, equipe de Felipe Massa
Supremacia das Mercedes no grid de largada do GP de Melbourne, na Austrália. Como se disputassem um torneio à parte. CONTINUE LENDO

sábado, 8 de novembro de 2014

Uma chance para Felipe Massa

Williams larga em terceiro, com Massa, e quarto, com Bottas
Torcedor brasileiro tem razões para ficar otimista: chances do piloto conterrâneo terminar o Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, neste domingo, dia 9, em Interlagos, são reais. LEIA MAIS

sábado, 19 de julho de 2014

Piquet, mais um caroneiro da Williams

O brasileiro leva Alain Prost para os boxes de Honckenheim

Hoje, sábado, dia 19, são os treinos; amanhã, dia 20, o GP da Alemanha. Em 1987, o brasileiro Nélson Piquet terminava em primeiro e seria campeão ao final da temporada

sexta-feira, 14 de março de 2014

Com a nova Williams, a volta (mais rápida) por cima

O carro promete. Vamos ver se os piltotos correspondem (foto: Williams)
De Curitiba
 
Pela primeira vez depois de 20 anos, quando levou Ayrton Senna para a equipe, a Williams não começava uma temporada de Fórmula 1 como favorita inconteste.

Pois será desta vez. 

A temporada 2014 - que começa neste final de semana com a prova da Austrália - tem, na avaliação de pilotos, jornalistas e outros analistas da modalidade, a escuderia britânica como a grande estrela.

Os testes de pré-temporada sinalizam: a equipe foi a que melhor aproveitou e se adaptou às novas regras.

Começa o ano com o melhor carro.

Pena o time de pilotos não ser dos mais empolgantes. Sou decepcionado com o brasileiro Felipe Massa e não sinto firmeza no finlandês Valtteri Bottas.

Esta era a temporada para a Williams ter mantido o venezuelano Pastor Maldonado. Ele poderia fazer uma dobradinha com Massa ou, melhor ainda, a dupla poderia ser a mesma de 2012 – Maldonado e o brasileiro Bruno Senna.

Apesar disso, por aqui a torcida pela mais brasileira das escuderias será forte.

Mais brasileira porque, além de Felipe Massa, a Williams terá o combustível da Petrobrás e o Banco do Brasil como um dos patrocinadores. 

Essa relação Williams-Brasil não é de agora.

Antes de Senna, em 1994, Nélson Piquet correu pela equipe, nos anos 80 (por ela, inclusive, conquistou o terceiro título, em 1987). A Petrobrás também já tinha fornecido combustível anteriormente, entre 1998 e 2008.

De 2008 até o ano passado, mais que brasileira, a William se tornou de nuestra América, com a parceria firmada com a Petróleos de Venezuela S/A (PDVSA) e a contratação de Pastor Maldonado. Em 2012, como já dito, Maldonado e Bruno Senna fizeram a dobradinha latino-americana da Fórmula 1.

Depois da fraquíssima temporada em 2013 - talvez a pior de sua história -, a volta mais rápida, por cima, será dada.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Nigel Mansell, 60 anos: sem gasolina e carona para Senna

Piloto protagonizou rixas históricas, mas sempre leais (foto: Williams F1)
De Curitiba

Amanhã, quinta-feira dia 8 de agosto, é aniversário do ex-piloto Nigel Mansell. Campeão da Fórmula 1 em 1992 e da Fórmula Indy em 1993, o inglês completa 60 anos de idade.

Foi na Williams que Mansell protagonizou os melhores momentos da carreira; memoráveis disputas com Niki Lauda, Nélson Piquet, Ayrton Senna e Alan Prost.

Nesta semana, a escuderia britânica convidou seus seguidores no twitter a relatarem o fato mais marcante da trajetória de Mansell na equipe.

Fã que sou da figura e de seu estilo de pilotar, cito dois:
  • O fim da gasolina na última volta do Grande Prêmio do Canadá em 1991. Nigel Mansell dirigia a praticamente imbatível Williams de número 5. Liderava com folga, com larga vantagem, a prova. Na derradeira volta, já acenava pra galera. Até que de repente o carro perde velocidade. Mansell começa a socar o volante, como que tentando empurrar a máquina de dentro do cockpit. Não tinha mais jeito: sem combustível viu o rival (e amigo) Nélson Piquet ultrapassar e faturar a corrida. Confira o vídeo aqui.
  • Na mesma temporada, meses depois, foi a vez de Ayrton Senna ficar a pé por falta de combustível. Mansell, com sua Williams amarela, azul e branca, passa e dá carona pro brasileiro. E lá se vão os dois: o "leão" (como era chamado pelo estilo arrojado) a guiar sua máquina, com o adversário (e também amigo) sentado na carenagem. Relembre aqui.
Leia também:

quinta-feira, 15 de março de 2012

Fé e pé na tábua

O carro da Williams para a temporada de F-1 (foto: www.williamsf1.com)

De Curitiba

É o terceiro início de temporada consecutivo que este Macuco traz um post na torcida pelas máquinas da Williams na Fórmula 1.

Das outras duas vezes, as expectativas foram frustradas.

Não que o desempenho em 2010 e em 2011 tivesse sido ruim. A Williams conseguiu boas atuações nos testes classificatórios e fez corridas satisfatórias, dentro de suas possibilidades. Faltaram, no entanto, resultados eminentes, que rendessem pontos nas tabelas de pilotos e construtores.

A edição 2012 da Fórmula 1 começa neste final de semana com a prova da Austrália e a Williams segue como a latino-americana das equipes. Tem um piloto brasileiro (Bruno Senna) e um venezuelano (Pastor Maldonado). E é abastecida com combustível da estatal Petróleos de Venezuela S.A., a PDVSA.

Vocês sabem, é principalmente por conta de Bruno Senna que as atenções estarão centradas na Williams nesta temporada. Todavia o sobrinho de Ayrton parece ter mais que o sobrenome como credencial. É evidente que não cabe nenhum tipo de comparação com o tio, mas pelo que galgou até aqui, talento Bruno Senna demonstra ter.

Se os carros da Williams mantiverem a ascensão, os torcedores da equipe (caso deste blogueiro, desde pequeno, tempos em que acompanhava Fórmula 1 com mais assiduidade) deverão ter motivos para comemorar nos domingos de 2012.