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Mostrando postagens com marcador Vila Belmiro. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Maradona no Santos. Há 20 anos, e com a bênção de Pelé

O craque argentino nas cadeiras do Urbano Caldeira. Depois, desfilou no pré-carnaval santista

Há redondos 20 anos, em 1995, Maradona esteve na Vila Belmiro e por pouco não fechou contrato com o Santos Futebol Clube. Esteve perto, bem perto, de vestir a 10 de Pelé. E com o apoio do próprio Rei – a Pelé Sports & Marketing intermediava a negociação.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

O “Chupa, Rede Globo” na Vila Belmiro mostra: talvez sem notar, sociedade já clama por reforma na mídia

Depois da vitória do Santos sobre o São Paulo, público protestou contra ingerência da emissora
Os brasileiros se dão conta de que o monopólio da Rede Globo sobre esse patrimônio cultural que é o futebol deixa todos – o esporte, atletas, clubes e, principalmente, torcedores – reféns dos interesses privados da emissora. CONTINUE LENDO

terça-feira, 14 de abril de 2015

O Peixe que há 103 anos faz o futebol mais alegre e põe Santos entre as cidades mais conhecidas do mundo

Homenagem na Praça das Bandeiras, Praia do Gonzaga
A Vila Belmiro, a vila mais famosa do mundo, está em festa: 14 de abril é aniversário do seu morador mais ilustre, o Santos Futebol Clube. CONTINUE LENDO

sábado, 31 de janeiro de 2015

O balanço “de perdas e danos” do Santos nesta pré-temporada

Alvinegro praiano estreia no Campeonato Paulista em casa, neste domingo
Depois da tempestade na virada do ano, uma estiagem na Vila Belmiro permite analisar com mais tranquilidade como deverá ser 2015 para o Peixe. No Paulistão, o time é um dos favoritos. CONTINUE LENDO

quinta-feira, 27 de março de 2014

Chove, chuva. Mais uma chuva de gols na Vila Belmiro

Em nove partidas no Urbano Caldeira este ano, 30 gols (foto: SFC)
Postado de Curitiba

Fiquei sabendo que choveu muito no início desta noite em Santos.

Vi, pela televisão, que na Vila Belmiro choveu.

Choveram gols.

Como tem chovido nesta temporada.

Outra goleada do Peixe, desta vez 4 a 0 sobre a Ponte Preta, em jogo decisivo, quartas-de-final do Paulistão.

Surpreende nessa equipe do Santos a marcação incessante na saída de bola do adversário.

Impressiona a transição rápida da defesa para o ataque. Os contra-ataques são velozes e fulminantes, mesmo quando o time já está com dois, três gols de vantagem.
 
Satisfaz o jogo em equipe; o conjunto se sobrepondo às individualidades. Tanto assim que três dividem a artilharia, com sete gols cada: Cícero, Geuvânio e Gabriel Barbosa. Leandro Damião tem aberto mão de buscar as redes para servir os companheiros - a assistência de bicicleta que fez no jogo de hoje foi magistral (confira aqui).
 
E reconheça-se o mérito do técnico Oswaldo de Oliveira. Não poda o DNA ofensivo alvinegro, tampouco inventa moda. Deixa cada um jogar dentro da sua característica, em prol do coletivo.
 
A gente sabe que o futebol às vezes é ingrato. Nem sempre que está dando a bola, ganha. Mas agora, ao menos no Campeonato Paulista, agora quem dá a bola é o Santos. Em busca de mais um título. Oxalá o venha, para coroar a fase.

sábado, 16 de novembro de 2013

Há 50 anos, o bicampeonato mundial do Peixe

Goleada que garantiu terceiro jogo, ganho por 1 a 0
De Santos

Hoje é dia de festa na Vila Belmiro, pelos 50 anos da conquista do bicampeonato mundial pelo Santos Futebol Clube.

Mais de 120 mil pessoas assistiram de perto, no Maracanã, à vitória de 1 a 0 do Peixe sobre o Milan, em 16 de novembro de 1963. 

Dois dias antes, 132 mil torcedores, no mesmo estádio carioca, testemunharam o alvinegro santista aplicar 4 a 2 sobre o time italiano, devolver a derrota pelo igual placar sofrido no jogo de ida e provocar a terceira e derradeira - e histórica - partida final.

É como diz o hino do clube...:

Sua bandeira no mastro é a história
De um passado e um presente só de glórias
Nascer, viver e no Santos morrer
É um orgulho que nem todos podem ter

Clique aqui e assista a um vídeo sobre a inigualável conquista.

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Em tempo: nesta semana o Brasil viveu uma semana memorável, para o bem e para o mal, por pelo menos dois fatos. Um, a exumação do corpo de João Goulart, cujos restos mortais foram recebidos no Palácio do Planalto em cerimônia que representa uma reparação a uma das maiores injustiças da história brasileira. Outro fato, ao contrário, entra para o rol exatamente das grandes injustiças da história brasileira: a prisão de José Genoíno e José Dirceu. Aqui e aqui dois textos para entender por que.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Para ficar por cima

Montillo (com a 10), Arouca e Léo: experiência a serviço da molecada
De Curitiba

E o Brasileirão voltou.

Para fazer a semana começar mais alegre.

Nem sempre, claro,  mas esta - com a vitória do Peixe sobre o São Paulo, por 2 a 0 em pleno Morumbi - sim, mais alegre.

Pela vitória, pelo "olé" que se ouvia da transmissão do rádio; pela certeza de que na base do próprio Santos estão os reforços necessários para o segundo semestre da temporada 2013. 

Aranha: competência para defender a meta santista

Evidente que um time competitivo não se faz só com moleques no plantel. Já temos, no entanto, experiência em posições-chave: no gol, na lateral esquerda, no meio de campo.

Grandes contratações são bem-vindas, todavia só se forem grandes contratações mesmo. Trazer medalhões para compor elenco ou prováveis revelações de fora é dispensável para um clube que tem como tradição lançar e lapidar talentos.

Claudinei Oliveira é o nome ideal para liderar a renovação (fotos: SFC)

Para o comando do time que valorize os pratas da casa nada mais adequado e justo do que efetivar Claudinei Oliveira. Conhece a Vila Belmiro como ninguém; é o professor dos aspirantes e, entrosado com Léo, Montillo, Edu Dracena, Durval e Arouca, tem tudo para fazer um trabalho excepcional.

Vai ser preciso paciência, alertemos.

Difícil conseguir um título neste ano; entretanto, a esta altura do campeonato, a não ser que se montasse um time de galáticos, as dificuldades de erguer um troféu seriam as mesmas. Logo, dificuldade por dificuldade, melhor apostar num caminho mais longo, porém mais sólido e frutífero, do que em atalhos perigosos.