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Mostrando postagens com marcador projeto de lei. Mostrar todas as postagens
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quinta-feira, 9 de abril de 2015

Com o projeto da terceirização aprovado, o ‘nem que a vaca tussa’ vai ser posto à prova

É a precarização absoluta das relações de trabalho
Se Dilma vetar, vai mostrar estar disposta a cumprir promessa de campanha, resgatará apoio popular, o que lhe dará forças, inclusive, para outros embates. CONTINUE LENDO

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Grosseria contra a Xuxa

Ela foi hostilizada por defender lei contra castigos físicos a crianças

Em tempo: não tem nada de “lei da palmada”. Projeto é para coibir castigos físicos e humilhantes às crianças, e possibilitar punição dos castigadores

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

É hora de espiar a votação do marco da internet

Se você não pressionar seu deputado, as operadoras pressionam (foto: WAA)
De Curitiba

A Câmara dos Deputados voltou aos trabalhos nesta segunda-feira, dia 3.

Você, que reclama dos "políticos", faz favor de acompanhar o que eles estão discutindo lá em Brasília, porque os parlamentares estão para votar projetos importantíssimos para o nosso presente - e, portanto, para o futuro também.

Espia o BBB, tudo bem, mas espia o plenário do Congresso.

Porque um dos projetos a serem votados, motivo deste post, é o marco civil da internet.

Em síntese, o projeto do governo, amplamente discutido com setores da sociedade, garante a neutralidade da rede e a privacidade dos dados do internauta.

(Para saber o que é neutralidade da rede e por que é importante que ela seja garantida, clique aqui)

No entanto, a pressão do poder econômico, exercida pelas operadoras sobre os parlamentares mais, digamos, suscetíveis, coloca em risco a qualidade, os benefícios do projeto.

Sendo assim, exerça sua pressão também. Entre em contato com o deputado em quem você votou, ou em quem não votou, e exija um posicionamento, um compromisso firme dele em favor do projeto original, em especial da neutralidade da rede.

Aqui, você encontra os canais de contato dos deputados.

Em tempo: este vídeo aqui é didático na explicação sobre a importância da neutralidade da rede.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Quer internet? Então lute pela neutralidade da rede. E já!

A gente não pode deixar essa passar batido
De Curitiba

A Câmara dos Deputados deve colocar em votação nesta terça-feira, dia 29, o projeto de lei que regulamenta o serviço de internet no Brasil. É o chamado “marco civil” da internet.

Por favor, acompanhe esse assunto, escreva para o seu deputado ou deputada federal – ou, se você não votou em ninguém ou não se lembra, escolhe um.

Entre em contato com ele ou com ela para pedir que o texto aprovado garanta, principalmente, a chamada “neutralidade” da rede.

São termos – “projeto de lei”, “marco civil”, “neutralidade da rede” - pouco digeríveis, mas são imprescindíveis pra nossa vida em sociedade hoje e amanhã.

Afinal, acesso à internet é tão essencial quanto aprender a ler e escrever, ter água, luz, rádio e televisão em casa.

A “neutralidade da rede”, que é o ponto crucial do projeto de lei em tramitação, é fundamental para garantir que todo mundo tenha acesso a tudo o que está na internet sem precisar pagar mais por isso, ou fechar planos e pacotes específicos com as operadoras do serviço (Net, Vivo, GVT, Oi, Tim, Claro...).

A “neutralidade da rede” vai obrigar as operadoras a garantir que você tenha a mesma chance de acesso ao facebook, ao twitter ou ao youtube, que tenha a este blog ou qualquer outro site.

Se não houver, garantida em lei, a “neutralidade da rede”, uma operadora pode exigir que, pra você acessar o facebook, por exemplo, precise possuir plano x ou pacote y, e assim por diante.

Na prática isso já está ocorrendo. É só ver anúncios da Claro que vendem “pacotes” em que os acessos ao twitter e ao facebook são “grátis”. Isto é, quem não tem aquele plano, só pagando acessa esses dois.

Hoje o negócio é vendido como se fosse uma vantagem - “acesso grátis a facebook e twitter”. Mas daqui a algum tempo, se isso não for coibido, o acesso a sites mais procurados ou desejados será um privilégio de quem puder pagar mais.

Ou seja, pra postar uma foto no flickr ou um vídeo no youtube, você vai precisar ter pacote x ou y, o que certamente vai custar dinheiro. Se não puder pagar, vai ter que se contentar em acessar outros sites que “caibam” no seu bolso.

Faço um mea-culpa: demorei a falar sobre isso aqui, a ajudar a repercutir o assunto.

Mas ainda é tempo, e cá estamos.