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Mostrando postagens com marcador música. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 6 de março de 2015

Em memória de Chorão

Homenagem ao embaixador de Santos e do Peixe
Nesta sexta-feira, dia 6, completam-se dois anos da partida do cantor e compositor. CONTINUE LENDO

domingo, 8 de fevereiro de 2015

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Uma bela homenagem a Dorival Caymmi na Oficina de Música de Curitiba

Só faltou "Peguei um Ita no Norte". De resto, um primor
Sobre o show da cantora Lívia Nestróvski e Orquestra à Base de Cordas de Curitiba, na noite desta segunda-feira, dia 19, no Teatro da Reitoria da UFPR. CONTINUE LENDO

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

A beleza de show do maluco Alceu Valença em Curitiba

O músico nas escadarias da UFPR (foto: Yane Nascimento)
Além, claro, de cantar seus clássicos, em versão acústica, o artista contou causos e falou, com euforia de criança, sobre sua nova empreitada: o filme Luneta do Tempo, lançado neste ano, depois de dez anos sendo produzido. LEIA MAIS

quarta-feira, 4 de junho de 2014

#VaiTerCopa e tinha que ter Jorge Ben Jor

Na música, ele é a perfeita síntese da brasilidade
Ben Jor é ao mesmo-tempo-tudo-junto-misturado samba, rock, pagode, axé, romântico, rural, protesto, mpb...Seria de arrepiar o planeta no mundial

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Então é Natal! E sim, com a Simone

Disco com músicas natalinas foi lançado em 1995
De Curitiba

Já? Sim, já é Natal. Voou, eu sei, sabemos, mas não se preocupe que vai voar cada vez mais.

Bom, às vésperas do 25 de dezembro, aproveito para fazer uma defesa da cantora Simone e seus mais de 40 anos de carreira.

Foi desnecessariamente ofensiva a "campanha" que circulou pelas redes sociais na últimas semanas, contra a execução de "Então é Natal" na voz da intérprete baiana.

Uma absoluta falta de respeito contra uma artista que, repito, está há mais de 40 decênios na estrada.

Simone foi, com músicas como "Começar de novo", a intérprete de canções símbolos de um momento em que a mulher brasileira buscava espaço, reconhecimento e igualdade de direitos, na virada dos anos 70 para os 80.

Naquela época, Simone ajudou a colocar em evidência compositores como Sueli Costa e Ivan Lins, ao mesmo tempo em que gravava Milton Nascimento e Chico Buarque.

A "campanha" contra o "Então é Natal" reduziu Simone a uma simples cantora de jingle natalino, ignorando - porque omitiu ou não se preocupou em mostrar - a trajetória de uma profissional e artista que não é uma picareta, incompetente qualquer. 

Contribuiu, essa "politizada" e "bem humorada" "campanha", pra gente continuar assim, a desmerecer e desqualificar quem tá na lida na área cultural deste país. Depois que a pessoa morre, não adianta vir com homenagens demagogas.

Além disso, há, sim, no fundo, em muitos, uma síndrome de colonizados nessa ojeriza à versão em português de "Happy Christmas - War is Over" (de John Lennon). 

Sejamos francos: não está nem na voz nem na melodia a origem da oposição à atual versão da música. Se a versão tocada por aí fosse de qualquer banda ou cantor ou cantora pop de quinta, mas estrangeiros a tagarelar em inglês, não teríamos esses "ativistas" da vez tão empenhados.

Em tempo: Simone foi também jogadora de basquete, da geração que levou o Brasil ao vice-campeonato mundial em 1971. Formou-se na tradicional Faculdade de Educação Física de Santos (Fefis), todavia depois de parar de jogar preferiu a carreira artística, e não esportiva. Nasceu num 25 de dezembro, de 1949.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

A Cristina de Tim Maia

No LP de Bezerra da Silva, o cacófato
De Curitiba
 
A Revista Fórum deste mês traz uma série de matérias sobre drogas - a política repressiva de combate, a liberalização em alguns países como mecanismo para estabelecer maior controle, a internação compulsória, a forma como a sociedade historicamente encarou assunto, entre outros pontos.

Uma dessas matérias, bem curiosa, é sobre como o tema aparece na música brasileira: as letras que lançam mão dos trocadilhos, aquelas que se utilizam das metáforas, algumas com mensagem implícita e outras mais explícitas na abordagem.

A matéria tem quatro páginas, cita casos mais conhecidos, alguns pouco falados e um, para mim, que foi uma baita surpresa.

Refiro-me a "Cristina", de Tim Maia.

Pra quem não conhece, a letra é a seguinte (pra escutar, acesse aqui):

Vou-me embora agora pra longe
Meu caminho é ida sem volta
Uma estrela amiga me guia
Minha asa presa se solta, eu

Vou ver Cristina, vou ver Cristina, vou ver Cristina

E por onde vou, vou deixando
Marcas do meu peito sangrando
Vou cobrir as flores da estrada
De um vermelho amor, madrugada, eu

Vou ver Cristina, vou ver Cristina, vou ver Cristina

Preciso ver Cristina, minha menina
Preciso ver Cristina, minha menina
Preciso vê-la, Cristina minha menina

Acho letra e música sensacionais - queria eu ter talento pra fazer uma declaração dessas.

A surpresa é que, segundo a matéria - assinada por Pedro Alexandre Sanches -, "'vou ver Cristina' era eufemismo da turma de Tim para dizer 'vou fumar maconha'". O jornalista continua: "Os consumidores de 'Cristina', a canção, ficavam (será?) por fora. Era tempo de brincar (brincar?) de esconde-esconde". A música é de 1970.

Que viagem, não?