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sábado, 21 de março de 2015

Balanço da semana: verdades têm de ser ditas. Cid Gomes e Stédile disseram

O líder cearense não foi de meias palavras. Recado a Eduardo Cunha foi claro
O ex-governador do Ceará e até então ministro da Educação escancarou o achaque do Congresso sofrido pelo Palácio do Planalto. O líder do MST criticou a política econômica neoliberal e denunciou o golpismo da mídia - Rede Globo à frente. CONTINUE LENDO

segunda-feira, 6 de maio de 2013

A história do "mensalão" é outra

De Curitiba

O Supremo Tribunal Federal (STF) já está, nesta semana, com os recursos (tecnicamente denominados "embargos declaratórios") dos réus do marketeiramente chamado "caso mensalão".

Enquanto o STF não analisa e julga os embargos, você bem que poderia conhecer distorções do processo e do julgamento em si, expostas num livro do jornalista Paulo Moreira Leite, com prefácio de outro jornalista, Jânio de Freitas.

"A outra história do mensalão - as contradições de um julgamento político" traz exatamente isso: contradições. Contradições de um julgamento que é exatamente isso: político.

Um julgamento político, transmitido como se fosse um big brother, sob pressão dos grandes veículos de comunicação. E, inclusive por isso, cheio de contradições.

Tenho um exemplar à disposição. Empresto, com o compromisso de que seja passado adiante, isto é, seja emprestado, para ser emprestado, e depois emprestado...
 
Mesmo omitido pela grande mídia, o teor da obra aos poucos vai sendo conhecido. Dias depois de lançado, o livro já estava entre os mais vendidos.

Como disse o cineasta Jorge Furtado, ao comentar sobre o livro, segundo matéria no Vi o Mundo (aqui), "o futuro agradece".

domingo, 11 de março de 2012

De pérola a faroeste do Atlântico

Guarujá, que convida pelas praias, tem amedrontado pela violência (foto: Prefeitura)

De Curitiba

Estarrecedora cada nova notícia que chega sobre assassinato do presidente do Partido Pátria Livre (PPL) em Guarujá, Ricardo Augusto do Joaquim de Oliveira, que até dias antes era secretário de governo do município.

[Pra quem não está acompanhando: o ex-secretário municipal, braço direito da prefeita Maria Antonieta (PMDB), foi executado com sete tiros por homens que invadiram o local onde se realizava, na noite de quinta-feira, dia 8, uma reunião do PPL, em Vicente de Carvalho]

Não só Ricardo Joaquim, como a própria prefeita, vinham sendo ameaçados - segundo informa A Tribuna, Maria Antonieta até já tinha pedido proteção à Secretaria de Estado da Segurança Pública que, tudo indica, subestimou a situação.

Ignorou, o que é inadmissível, o histórico recente de atentados na cidade: com Ricardo Joaquim, são cinco - CINCO! - assassinatos de políticos no município, nos últimos 15 anos. Uma execução a cada três anos! (Clicando aqui, os outros casos)

O que é isso? Em pleno século XXI, no Estado mais rico do País, na região do petróleo do pré-sal, da expansão do Porto de Santos, da retomada do polo industrial de Cubatão, lideranças que contrariam interesses são eliminadas na bala? É um terra sem lei no Brasil da Constituição Cidadã?

Cadê o governador Geraldo Alckmin que ainda não se pronunciou? O Ministério Público Estadual? O Judiciário? O Ministério da Justiça? Os prefeitos e chefes dos Legislativos vizinhos, nem uma moção de veemente repúdio vão providenciar?

A prefeita, que estava em compromisso nos Estados Unidos, chegou ontem (sábado) e, ainda de acordo com A Tribuna, deve se manifestar publicamente hoje, domingo.