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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Cinema no Brasil escapa da “crise”: setor cresce em público, lançamento de filmes e em salas de exibição

Mercado exibidor - comercial ou público - em expansão 

Extraído do site da Ancine | A Superintendência de Análise de Mercado da Ancine publicou no Observatório Brasileiro do Cinema e do Audiovisual (OCA) o Informe Anual de  2015, com dados de distribuição, exibição e produção de obras para cinema.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

A ótima Mostra Cinema e Direitos Humanos, em 27 capitais brasileiras

As datas variam de cidade para cidade
É uma oportunidade ímpar de assistir a produções audiovisuais do Brasil, América Latina, África e Ásia, dificilmente exibidas em cinemas e, menos ainda, na televisão aberta. Ah, e a entrada é gratuita. LEIA MAIS

terça-feira, 23 de setembro de 2014

De Menor trata na medida certa tema dos adolescentes em conflito com a lei

História se passa em Santos e filme foi rodado na cidade
Longa-metragem lançado neste mês, e em cartaz em cinemas de todo o país, é do gênero drama, mas sem dramalhão. LEIA MAIS

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

sábado, 12 de abril de 2014

Sete Caixas, o maior sucesso do cinema paraguaio, chega ao Brasil

Aclamado, filme também estreou nos EUA, na segunda


Com a maior bilheteria da história do cinema paraguaio, o filme Sete Caixas (Siete Cajas, título original) chegou ao Brasil nesta semana. Lançado no Paraguai em 2012, a produção foi considerada revolucionária para os padrões do país e traz diversas inspirações de grandes clássicos do cinema mundial, entre eles, o brasileiro Cidade de Deus. Mas apesar das referências, em nenhum momento Sete Caixas perde em originalidade.

Em 2011, Sete Caixas foi considerado o melhor filme no Festival Internacional de Cinema de Brasília, no Festival de San Sebastián, de Miami e Palm Springs. Em 2013 foi o Melhor Filme Ibero-Americano e indicado ao Prêmio Goya.

Com personagens cativantes, Sete Caixas é um suspense em dois idiomas, Espanhol e Guarani, ambos oficiais no Paraguai. A história se passa toda no Mercado Municipal de Assunção, capital do país, e ainda assim é capaz de prender o público do início ao fim.

Minimalista, Sete Caixas mostra os conflitos do jovem Victor, encantado por vídeo, disposto a muito para ter um celular capaz de capturar imagens estáticas e em movimento. Passa os dias carregando compras de clientes no mercado municipal quando recebe a proposta de vigiar sete caixas, com um conteúdo desconhecido, e só voltar a entrega-las quando for chamado. Com a ajuda da amiga Liz, Victor topa o desafio e a partir de então a história se torna cada vez mais cativante.

Primeiro longa metragem dos diretores Juan Carlos Maneglia e Tana Shémbori, Sete Caixas já estrou nos Estados Unidos na segunda-feira (7) e teve sucesso de público. No Brasil o filme é distribuído pela Tucuman.

Clique aqui e assista ao treiler do filme.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

É a semana do "Curta Santos"

Cine Roxy, um dos lugares onde ocorre o festival (foto: Divulgação Curta Santos)
De Curitiba

Olha aí, pessoal da Baixada Santista, imperdível nesta semana a 11ª edição do Curta Santos, festival de cinema que reúne exibições de inéditos, mostra competitiva, debates e oficinas ligadas à sétima arte.

Começa hoje, dia 15, Dia dos Professores, e segue até sábado, dia 19.

A programação ocorre no Sesc Aparecida, no Cine Roxy, na Sala Toninho Dantas (Centro Cultural Zona Noroeste), na Oficina Cultural Pagu, na Vila do Teatro, no Australiano Bar e no Torto MPBar.

Entre os filmes a serem exibidos, destaques para os longas "O dia que durou 21 anos", "A memória que me contam" e "Cores".
(Confira a programação completa no site www.curtasantos.com.br)

Infelizmente não estarei em Santos nos dias do festival, mas indico pra quem está e, daqui de Curitiba, na medida do possível acompanharei o desenrolar pela internet.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

A apoteose de Sílvio Tendler

"Me senti no sambódromo" (foto: Divulgação Festival de Brasília)
De Curitiba

Muito bom saber da homenagem prestada pelo público do Festival de Brasília de Cinema Brasileiro ao documentarista Sílvio Tendler.

De acordo com a Agência Brasil, "A Arte do Renascimento - a cinebiografia de Sílvio Tendler" - de Noilton Nunes e que, como o nome diz, é um filme sobre a vida e obra de Tendler - mexeu com a plateia que esteve presente no encerramento do festival, na noite de segunda-feira, dia 23 (leia a matéria aqui).

Mexeu com o próprio Sílvio também - e foi bom saber, também, que mesmo enfrentando complicações de saúde, Sílvio Tendler está na lida, na luta. "Eu senti como se tivesse vendo a arquibancada do sambódromo levantar", declarou ele, diante do aplauso do público.

A obra de Sílvio Tendler é fundamental para se entender a história recente do Brasil. Os anos JK, o trabalhismo de João Goulart, o golpe de 1964 e ditadura civil-militar dos anos seguintes, a redemocratização, a usurpação de nossas terras pelo agronegócio predatório, está tudo ali, para ser bebido em seus documentários.
 
E tem muito fato ainda pra ser registrado sob o ponto de vista e da forma que só Sílvio Tendler é capaz. Adelante, companheiro!

sábado, 27 de julho de 2013

Guaratiba e "O Banheiro do Papa"

Obra é uma co-produção entre Uruguai, Brasil e França
De Curitiba

Bem lembrado, Diângela Menegazzi: essa frustração dos moradores de Guaratiba, no Rio de Janeiro, pelo cancelamento da visita do Papa Francisco, lembra muito a cômica-dramática história narrada em "O Banheiro do Papa" ("El baño del Papa", nome original).

É um excelente filme - fica a dica para quem não assistiu. Em Curitiba sei que tem pra locar na Vídeo 1; navegando pela internet é capaz de se achar o filme na íntegra também.

"O Banheiro do Papa" é de 2007 e fala da expectativa que o anúncio da visita do Papa João Paulo II gerou aos moradores de Melo, pequeno município uruguaio, na fronteira com o Brasil.

O ano era 1988, época de carestia, desemprego, crise econômica nesta parte de cá do planeta.

Todo mundo da cidade resolve investir em algo pra faturar com a chegada de Sua Santidade e dos milhares de turistas que eram esperados. Beto, personagem principal, construiu um banheiro em frente à sua casa. Afinal, raciocinou, iria faltar lugar em Melo pra tanta gente dar vazão às suas necessidades fisiológicas. O uso, claro, seria cobrado.

Daí em diante, vocês conferem no filme. Aqui, o trailer.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

O filme dos alunos e a democratização da mídia

De Curitiba

Uma turma de alunos do curso no qual leciono, o de Técnico em Produção de Áudio e Vídeo, do Colégio Estadual do Paraná, colocou no ar nesta semana o seu curta metragem de conclusão de curso.

"Jogos de Guerra" tem 11 minutos de duração.

Nele, um soldado, solitário, num ambiente pós-batalhas, se depara com adversários remanescentes desses embates. Ameaçado, parte para o contra-ataque, na tentativa de escapar com vida. Até que uma derradeira explosão desvenda as (surpreendentes) razões da peleja.

(Para assistir, clique aqui)

Da concepção da ideia à divulgação e exibição, passando pelo roteiro, produção e finalização, todo o curta metragem é de autoria dos estudantes - claro, embasados pelas aulas que tiveram e orientados pelos professores do curso.

Da ideia concebida ao esforço para conseguir espaço para exibir, a obra é um primor.

Extraordinária, nota dez, excelente!

Aliás, o empenho, e mais que isso, as dificuldades que a galera vem encontrando para fazer o seu trabalho, resultado do talento, competência e dedicação, chegar ao público são um dos incontáveis exemplos a mostrar a necessidade de um novo marco regulatório para a mídia, para as telecomunicações do nosso país.

Um marco regulatório que faça valer o que está no capítulo V da nossa Constituição, o capítulo que trata da Comunicação Social.

Entre os cinco artigos que compõem tal capítulo (artigos 220 a 224), dois deles, se regulamentados, permitiriam que manifestações culturais independentes deste Brasilzão afora - como o Jogos de Guerra da turma do Colégio Estadual do Paraná - encontrassem canais para serem exibidas, compartilhadas.

Um dos artigos é o 221. Repare:
  • O artigo 221 diz que "a produção e a programação das emissoras de rádio e televisão apresentarão os seguintes princípios", e, entre os quatro princípios enumerados na sequência, está "a regionalização da produção cultural, artística e jornalística, conforme percentuais estabelecidos em lei".
Pois é exatamente isto: falta uma lei, para as emissoras de rádio e tevês abertas que fixe esses percentuais, defina o que possa ser considerado produção regional.

Se houvesse essa lei, certamente as emissoras do Paraná teriam espaço para exibir trabalhos locais como é o Jogos de Guerra.

O outro artigo é o 223. Acompanhe:
  • O artigo 223 é o que fala da "complementariedade do sistema". Em outras palavras: segundo esse artigo, de todos os canais de rádio e televisão, uma parte deve ser de emissoras privadas, outra, estatais, e uma terceira fatia, de emissoras públicas, da sociedade organizada. 
Se houvesse uma lei regulamentando esse artigo, a turma dos Jogos de Guerra não ficaria refém da boa vontade das emissoras privadas, que hoje detêm a quase totalidade dos canais.

Se essa lei existisse, quem sabe o próprio Colégio Estadual do Paraná, em conjunto com outras instituições de ensino, pudesse ter seu próprio canal de tevê ou rádio para exibir, e compartilhar com a sociedade, o conhecimento produzido por seus estudantes.

Bom, o governo da nossa presidenta Dilma, a julgar pelas declarações e disposição demonstrada pelo seu ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, dificilmente vai propor uma regulamentação. E olha que o antecessor, Lula, até deixou uma proposta, conduzida pelo seu secretário de Comunicação Social Franklin Martins e resultado da I Conferência Nacional de Comunicação, de 2009 (da qual participei).

A inércia governamental só sera quebrada a partir da mobilização popular. Por isso, desde o último dia 1º, está nas ruas e na internet a coleta de assinaturas em apoio a um projeto de lei de iniciativa popular (chamado pela sigla Plip) que propõem justamente um marco regulatório que faça valer a Constituição Cidadã de 1988.

domingo, 6 de maio de 2012

O festival de curtas cada vez maior


De Curitiba

Pessoal que gosta de cinema e, principalmente, pessoal que lida com produção de audiovisual: estão abertas as inscrições, até 15 de junho, para a 10ª edição do Curta Santos-Festival de Cinema de Santos, que ocorre em setembro (dias 17 a 23).

Para os que produzem, são cinco mostras competitivas.

E olha só, uma delas é exclusiva para curtas filmados em câmeras amadoras, digitais portáteis, celulares, tablets ou equipamentos similares, em baixa ou alta resolução (é a mostra "Novos Olhares"). A temática é livre e são aceitos trabalhos de todo o Brasil

Há duas mostras competitivas que têm como temática o Santos Futebol Clube  (o Curta Santos deste ano homenageia o centenário do clube praiano de Vila Belmiro): uma mostra para produções de até dez minutos e outra para microcurtas com no máximo 60 segundos.

O festival chega à edição número 10 se firmando como referência. Mais detalhes, inclusive o acesso à página de inscrições, pelo www.curtasantos.com.br