O petróleo é nosso. E está em boas mãos (foto: Agência Petrobrás)
De Curitiba
Ainda não havia tido a oportunidade de ler nem assistir a nenhuma entrevista com a presidente da Petrobrás, Maria das Graças Silva Foster, até que dias atrás afortunadamente parei no Programa do Jô e lá estava ela.
Impressionante a paixão que Graças Foster tem pela companhia a qual hoje, depois de 33 anos de carreira na estatal, ela preside.
Ao carinho e orgulho com que fala da Petrobrás somem-se uma extraordinária competência e o domínio da área, demonstrados no referido "talk show".
Quem comanda uma empresa do porte da Petrobrás, com conhecimento técnico e espírito público como parece Graças comandar, adquire bagagem suficiente pra chefiar o Poder Executivo.
Assim, daqui a seis anos, numa eleição provavelmente pra substituir Dilma Roussef, não será surpresa se o nome de Graças for cogitado para o pleito. Até porque, da atual dita base aliada, falar verdade, ao menos por enquanto, opções são escassas, e nem todas muito empolgantes.
Impressionante a paixão que Graças Foster tem pela companhia a qual hoje, depois de 33 anos de carreira na estatal, ela preside.
Ao carinho e orgulho com que fala da Petrobrás somem-se uma extraordinária competência e o domínio da área, demonstrados no referido "talk show".
Quem comanda uma empresa do porte da Petrobrás, com conhecimento técnico e espírito público como parece Graças comandar, adquire bagagem suficiente pra chefiar o Poder Executivo.
Assim, daqui a seis anos, numa eleição provavelmente pra substituir Dilma Roussef, não será surpresa se o nome de Graças for cogitado para o pleito. Até porque, da atual dita base aliada, falar verdade, ao menos por enquanto, opções são escassas, e nem todas muito empolgantes.
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